O Mars-NWE oferece um subconjunto do protocolo NCP, suficiente para que as estações e demais servidores enxerguem-no como servidor Netware. Já quanto a administração do servidor (contas de usuários, permissões etc.), muita coisa tem de ser feita pelo Linux, pois as ferramentas de administração do Netware (SYSCON, FCONSOLE...) não são eficazes com o Mars. Afinal, é um emulador, não um sistema operacional.
#### 7.0 e posteriores ####
Para instalar o mars-nwe, monte o primeiro cd do conectiva, e instale os pacotes:
[root@localhost]# mount /mnt/cdrom
[root@localhost]# cd /mnt/cdrom/conectiva/RPMS
[root@localhost]# rpm -ivh mars-nwe-*.i386.rpm
[root@localhost]# rpm -ivh ncpfs*.i386.rpm
[root@localhost]# rpm -ivh ipxutils*
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Para fazer as configurações do mars, edite o arquivo /etc/nwserv.conf;
[root@localhost]# mcedit /etc/nwserv.conf
|
2. Arquivo de configuração comentado:
#-----------------------------------------------------------------
# Início do arquivo do mars
# /etc/nwserv.conf
# comentários PRECEDEM os comandos
# Volumes do servidor. Os parâmetros são especificados na
# seguinte ordem:
#
# NOME DO VOLUME
# DIRETÓRIO UNIX (real) DO VOLUME
# FLAGS. Os flags interessantes são:
# k: permite o uso de nomes em letras minúsculas no Linux;
# serão convertidos automaticamente para maiúsculas
# para estações DOS.A falta desse flag implica em que
# os nomes TENHAM de ser maíusculos também no Linux para
# que as estações os enxerguem.
# o: Especifica que todos os subdiretórios e arquivos do
# diretório Unix estão contidos num mesmo sistema de
# arquivos. Isso permite ao Mars otimizar certas
# operações em determinados Unixes. Não use esse flag
# se, por exemplo, você mapear a raiz do Unix
# num volume Netware.
# UMASK PARA DIRETÓRIOS: os diretórios serão criados com essa
# máscara de permissão.
# UMASK PARA ARQUIVOS: os arquivos serão criados com essas
# permissões.
# A presença do volume SYS é obrigatória.
1 SYS /home/netware/sys ko 775 775
1 SUPORTE /home/netware/suporte ko 775 775
# Nome do servidor Netware
2 suporte
# Rede interna. A opção "auto" faz com que o Mars escolha
# automaticamente o número de rede interna - ele simplesmente
# utiliza o número IP da interface de rede. Isso funciona bem
# pois (espera-se que) dentro de uma instalação o número IP de
# cada interface é único, e assim também será unívoco o número
# da rede interna.
3 auto
# Placas de rede. Os parâmetros são: número da rede, interface
# de rede, padrão de empacotamento (pode ser 802.2, 802.3,
# ethernet_ii, snap, token ou auto), e "tempo" que um pacote
# leva para ser transmitido pela inteface.
# Esse último parâmetro é usado para fins de roteamento quando
# há links redundantes; use sempre 1 para placas de rede.
# Assim como nos servidores Netware, cada rede tem de ter um
# número unívoco.
# NOTA I: O padrão de empacotamento tem de ser condizente com
# as estações. Procure usar o que já está em uso na sua rede
# atual. Se for começar a usar IPX agora, os empacotamentos
# apropriados são 802.2 e ethernet_ii. O boot remoto Netware
# exige 802.3;
# NOTA II: Todas as interfaces de rede TEM DE TER NÚMEROS
# IP, mesmo que você não use comunicação TCP/IP nela(s).
4 0x0 * AUTO 1
# Se esta opção estiver habilitada, o Mars salva as rotas
# quando é desativado. Se, quando o Mars é ativado, a espera
# de 1 ou 2 minutos para redescoberta das rotas lhe incomoda,
# habilite esta opção.
5 0x0
# Versão do Netware que o Mars alega servir. Alguns softwares
# só vão funcionar se o Mars alegar ser um Netware 3.12. Os
# parâmetros são os seguintes:
# VERSÃO: 0=2.15, 1=3.11, 2=3.12
# PACKET BURST: 0x0=desabilitado, 0x1 se habilitado.
# Note que, para usar o Packet Burst, a versão alegada tem
# de ser 3.12, e o Mars tem de ser recompilado com o Packet
# Burst habilitado no config.h. Note também que o Packet
# Burst ainda é recurso EXPERIMENTAL do Mars.
6 1 0x0
# Operação das senhas de clientes DOS
# 0: forçar encriptação de todas as senhas trafegadas (padrão)
# 1: idem 0 porém aceita a versão não-encriptada da rotina de
# mudança de senha.
# 7: permite senhas não encriptadas porém não permite senhas
# vazias.
# 8: permite senhas não encriptadas bem como senhas vazias
# 9: permite apenas senhas não encriptadas (não funciona com
# clientes OS/2)
#
# Use o padrão.
7 0
# Segurança de arquivos ao login
# As opções podem ser *somadas*, se mais de uma for necessária.
#
# 0: Clientes em processo de boot remoto ou login podem acessar
# apenas o diretório SYS:LOGIN (padrão e recomendável)
# 1: Permitir acesso a outros arquivos/diretórios na fase de login,
# sujeito porém às permissões Linux
# 2: Modo "exótico" de compatibilidade: se o cliente tenta
# abrir um arquivo para escrita porém o arquivo é apenas-leitura,
# permite a abertura, porém em modo somente-leitura (não falha,
# como seria normal)
# 4: Aceitar renomear diretórios através chamada NCP "renomear
# arquivo", que normalmente só funcionaria com arquivos
# 8: Ignorar restrições de estação/tempo no caso do supervisor
# (isso no dia que o Mars honrar os objetos de bindery!)
# 16: Permite apagar um arquivo mesmo que esteja sendo usado
# por outro usuário
# 32: [verificar o que significa e traduzir]
# 64: Limitar o espaço livre alegado em 2GB. Alguns clientes
# (DOS antigo) precisam disso.
8 0x0
# Aqui define como os diretórios são criados
# Número do usuário e do grupo do "hóspede". É essa a permissão
# que o Mars dará a clientes em fase de boot remoto e login,
# portanto verifique se o usuário UNIX correspondente tem permissões
# de leitura nos arquivos essenciais (SYS:LOGIN\LOGIN.EXE e
# eventualmente SYS:LOGIN\NET$DOS.SYS) O mais comumente usado é
# 99:99 (nobody:nobody)
10 99
11 99
# Usuários com poder de supervisor. Os parâmetros vêm na
# seguinte ordem: nome Netware, usuário Unix correspondente (para
# efeito de permissões) e senha. Normalmente é utilizado o usuário
# root, mas você pode utilizar um usuário Unix comum, desde que
# este tenha permissões suficientes.
#
# É interessante dar um chmod 770 no arquivo /etc/nwserv.conf,
# para que ninguém possa descobrir a senha de supervisor consultando
# este arquivo!
12 SUPERVISOR root banana
# Usuários comuns. Note que os usuários novos tem de ser cadastrados
3 nesse arquivo e o Mars deve ser notificado disso pelo comando
#
# killall -1 nwserv
#
# ou parando-se e reiniciando-se o Mars. As senhas podem ser
# especificadas como o terceiro parâmetro, ou então cadastradas via
# SYSCON pelo supervisor. A última opção é certamente a mais "limpa"
# pois, uma vez que receba uma senha provisória, o usuário pode
# escolher por si a senha definitiva.
#
# A ordem dos parâmetros é: usuário Netware, usuário Unix e senha
# (opcional). Note que é perfeitamente lícito usar um mesmo usuário
# Unix para diversos usuários Netware (fica inclusive mais fácil
# implementar a segurança). Se você optar por cadastrar todos os
# usuários no Linux, crie grupos e atribua cada usuário ao grupo
# de trabalho correto.
#
# Se um usuário participar de mais um grupo, adicione o usuário
# no(s) grupo(s) a que ele deve ter acesso por meio de intervenção
# manual no /etc/group. Por exemplo, o usuário LALA tem de ter
# permissões em todos os grupos. Ele tem seu próprio usuário Unix
# (la) e grupo (la, homônimo ao nome) mas está incluído em cada um
# dos grupos de trabalho (mala, ocs,adm e pessoal)
#
#
# Os usuários de exemplo deste arquivo fazem parte de uma
# instalação REAL, e estão cadastrados no Linux desta forma
# (formato usuário:grupo primário):
#
# mala:mala
# ocs:ocs
# la:la
# pessoal:pessoal
# angela:adm
# adm:adm
# cesar:adm
#
# No arquivo /etc/group, o usuário "mala" também faz parte do grupo
# "ocs", portanto os usuários IDALICE, CLARA E SERGIO tem acesso
# aos arquivos do grupo de trabalho "ocs", embora o usuário FICHAS
# não tenha acesso aos dados do grupo de trabalho "mala".
#
# O usuário "la" também faz parte dos grupos "mala", "ocs", "pessoal"
# e "adm", e por isso tem acesso a todos os arquivos do servidor.
# Exceto os possuídos
# pelo root. (Pode ser uma boa idéia colocar o root como dono dos
# arquivos dos diretórios SYS:PUBLIC e SYS:SYSTEM, como proteção
# adicional.)
#
# Os diretórios com permissões 2775 garantem que o grupo de trabalho
# sempre terá acesso a qualquer arquivo novo, mesmo que o grupo primário
# do usuário criador seja diverso. (O dígito "2" é o SGID, que em
# diretórios tem o efeito de atribuir o grupo do diretório a qualquer
# arquivo novo ali criado)
13 CLARA mala
13 IDALICE mala
13 FICHAS ocs
13 SERGIO mala
13 LALA la
13 MAURICIO pessoal
13 IRENA pessoal
13 ANGELA angela
13 ANGELO adm
13 CARLOS adm
13 CESAR cesar
# Parâmetro que permite mapeamento automático dos usuários do arquivo
# /etc/passwd para usuários Netware. Não recomendo o uso dessa opção;
# o parâmetro 0 mantém esse recurso desligado.
15 0
# Testar a presença de diretórios essenciais, como MAIL, diretórios de
# usuários etc. ao iniciar. O Mars criará os diretórios que não
# encontrar, de modo que é uma opção bastante recomendável.
16 1
# Se 0x1, oferece a novos usuários um login script vazio, se não
# existir um. Altamente recomendável pois evita o problema do SYSCON
# não conseguir gravar o primeiro login script.
17 0x1
# Desliga incondicionalmente o banner de impresssão. Também é
# altamente recomendável pois clientes Windows 95 antigos não têm opção
# eficaz de desligamento de banner.
18 0x1
# Filas de impressão (opcional)
# Cada fila deve ser descrita em uma linha, e a seqüência de
# parâmetros é a seguinte:
#
# NOME DA FILA: é o nome "Netware", visível pelos clientes, e
# não o nome da fila do Unix.
# DIRETÓRIO DA FILA: diretório (que DEVE existir, o Mars não
# cria sozinho) onde as tarefas de impressão serão acumuladas
# antes de repassadas ao serviço de impressão Unix. NÃO deve
# ser um diretório de fila de impressão Unix (/var/spool/lpd/*)
# COMANDO DE IMPRESSÃO: comando utilizado para impressão no Unix
# Configure sua impressora normalmente no linux, e coloque
# aqui o nome da impressora criada, no exemplo, usamos
#o nome LAser
21 LASER lpr -P < nome_daimpressora>
############################################################
#
# CONFIGURAÇÕES AVANÇADAS DO MARS-NWE
# que, provavelmente, nunca vai precisar mexer. Uma e outra
# coisa mais importante foi traduzida, o resto foi deixado
# como estava no arquivo de exemplo do Mars.
#
############################################################
# Sections 100-106: amount of debug-information
#
# FLAG:
# 0 no debug messages
# 1 errors and notes are reported
# 99 maximum debug levels
100 0 # debug IPX KERNEL (0 | 1)
101 1 # debug NWSERV
102 0 # debug NCPSERV
103 0 # debug NWCONN
104 0 # debug (start) NWCLIENT
105 0 # debug NWBIND
106 1 # debug NWROUTED
# Sections 200-202: logging of "nwserv"
#
200 1 # 0 = no logfile and dont daemonize
# nwserv/nwrouted
# 1 = daemonize nwserv/nwrouted and
# use logfile
201 /var/log/mars_nwe.log # filename of logfile
202 0 # 1=creat new logfile, 0=append
# to logfile
# Sections 210,211: timing
210 1 # 1 .. 600 (default 10) seconds
# after server
# really goes down after a down
# command
211 60 # 10 .. 600 (default 60) broadcasts
# every x seconds
# Controle de logging de informações de roteamento
300 1 # > 0 print routing info to file
# every x broadcasts.
# ( normally minutes )
301 /var/run/mars_nwe.routes # filename of logfile
302 1 # 1 = creat new routing info file
# 0 = append to this file
# Watchdogs (desenvolver explanação)
310 7 # send wdog's only to device
# net < x ticks.
# 0 = allways send wdogs.
# < 0 = never send wdogs
# Estações com "tratamento especial"
# Para sintaxe do arquivo /etc/nwserv.stations, veja o exemplo
# que normalmente está presente no próprio diretório /etc
400 /etc/nwserv.stations
# Configuração da resposta à requisições "get nearest server"
# São requisições que estações em processo de login ou carga
# de boot remoto fazem para obter o diretório de login ou a
# imagem do boot.
# 0=ignorar linha 400, resposta sempre ativada
# 1=lista da linha 400 são estações que se deve ignorar
# (padrão=ativado)
# 2=lista da linha 400 são estações a que se deve responder
# (padrão=desativado)
401 1
# FIm do arquivo
#------------------------------------------------------------
|
Agora é necessário avisar ao linux, que o mesmo terá que usar o protocolo IPX, para isto digite:
[root@localhost]# ipx_interface add -p eth0 802.3 1AF
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Digite o comando ifconfig e verifique se aparece a interface IPX na placa de rede:
[root@localhost]# ifconfig
|
A saída do comando será algo parecido como descrito abaixo:
eth0 Encapsulamento do Link: Ethernet Endereço de HW 00:E0:7D:8F:58:26
inet end.: 10.0.2.72 Bcast:10.0.7.255 Masc:255.255.248.0
Endereço IPX/Ethernet 802.3:000001AF:00E07D8F5826
UP BROADCASTRUNNING MULTICAST MTU:1500 Métrica:1
Pacotes RX:121758 erros:0 descartados:0 sobreposições:0 frame:0
Pacotes TX:48491 erros:0 descartados:0 sobreposições:0 portadora:0
colisões:0 txqueuelen:100
IRQ:12 Endereço de E/S:0x9000
|
em seguida inicie seu servidor mars:
[root@localhost]# ./mars_nwe start
|
e verifique se o mesmo está rodando com o comando:
[root@localhost]# ./mars_nwe status
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Agora, verifique se o mesmo está sendo anunciado na rede com o comando:
[root@localhost]# slist
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O retorno deverá se rparecido com:
Known NetWare File Servers Network Node Address
--------------------------------------------------------------------------
YAKKO 000001AF 00C0DF24F427
SLAPPY 00000000 00C0DF2483C3
Nesse caso, temos dois servidores Linux com MARS funcionando.
Agora bastará configurar suas estações.
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CONFIGURANDO AS ESTAÇÕES LINUX
Este procedimento a seguir, é apenas para ilustrar como as estações linux podem se conectar a um servidor Novell ou MARS, acessando os volumes, e utilizando as impressoras do servidor. PAra maiores detalhes verifique a documentação do pacote ipxutils em /usr/doc/
Para configurar uma estação utilizando o linux, é necessário a isntalação dos seguintes pacotes do primeiro cd da Conectiva:
[root@localhost]# mount /mnt/cdrom
[root@localhost]# cd /mnt/cdrom/conectiva/RPMS
[root@localhost]# rpm -ivh ipxutils*
[root@localhost]# rpm -ivh ncpfs*
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em seguida adicione a interface IPX na sua configuração de rede, para isto digite:
[root@localhost]# ipx_interface add -p eth0 802.3 1AF
|
Digite o comando ifconfig e verifique se aparece a interface IPX na placa de rede:
[root@localhost]# ifconfig
|
A saída do comando será algo parecido como descrito abaixo:
eth0 Encapsulamento do Link: Ethernet Endereço de HW 00:E0:7D:8F:58:26
inet end.: 10.0.2.72 Bcast:10.0.7.255 Masc:255.255.248.0
Endereço IPX/Ethernet 802.3:000001AF:00E07D8F5826
UP BROADCASTRUNNING MULTICAST MTU:1500 Métrica:1
Pacotes RX:121758 erros:0 descartados:0 sobreposições:0 frame:0
Pacotes TX:48491 erros:0 descartados:0 sobreposições:0 portadora:0
colisões:0 txqueuelen:100
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Feito isso, verifique se aparece os servidores novell de sua rede, com o comando:
[root@localhost]# slist
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Para montar a um volume novell, utilize o comando ncpmount, da seguinte forma:
[root@localhost]# ncpmount -S <servidor> -U <usuário> -V <volume> /tmp
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Nesse caso, será montado o volume especificado no diretório /tmp, ao executar o comando será pedido o nome do usuário.
Para utilizar uma impressora de um servidor MARS ou novell, adcione a impressora normalmente, apenas atente para escolher para utilizar Impressoras Netware, e informe além da configurações normais, o nome de seu servidor Novell, nome da fila de impressão, e o nome e senha do usuário.
### CL 7.0 ###
Entre no linuxconf:
[root@localhost]# linuxconf
|
Vá em:
Rede
Configurador Mars
Contas e acesso do usuário
Lista de usuários
Adicionar
Login Netware: coloque o login do usuário em MAIÚSCULAS
Login do sistema: coloque o nome do usuário
Senha (opc.): digite uma senha para o usuário
[ ] Senha fixa --esta opção impede a alteração de senha.
Aceitar
Opções de contas
Neste item configura-se as opções das contas dos usuários
Opções do supervisor
Nome de usuário do servidor: Geralmente o login é SUPERVISOR
Usuário do sistema: é o usuário que terá poderes de
SUPERVISOR
Senha: Digite a senha do usuário
Aceitar
Volumes e servidor de arquivos
Volumes - são os diretórios "montados" pelo sistema
Adicionar
Nome do volume: é o nome do diretório a ser montado.
Escreva em MAIUSCULAS.
Diretório: digite o caminho completo deste diretório.
Aceitar
Fechar
Opções do servidor de impressão
Modo de criação padrão para diretórios: permissão do
diretório de impressão. É recomendável que não se altere este valor.
Modo de criação padrão para arquivos: permissão dos arquivos
para impressão. É recomendável que não se altere este valor.
Aceitar
Serviços de impressão
Filas de impressão
Adicionar
Nome da fila: coloque o nome da fila em MAIÚSCULAS
Diretório: é o diretório da fila de impressão
Comando de impressão: comando para o envio de
impressão.
Aceitar
Fechar
Servidores de impressão
Adicionar
Nome do servidor de impressão: coloque o nome do
servidor em MAIÚSCULAS
Nome da fila: Tecle F4 para selecionar a fila
Aceitar
Fechar
Opções dos serviços de impressão
Diretório de spool: é o diretório para onde vão os
arquivos a serem impressos.
Aceitar
Fechar
Dispositivos de rede (IPX)
Dispositivos IPX
Número de rede: Este número é determinado pelo
roteador da rede física à qual você está conectado
Dispositivo: é a interface de rede
Tipo de quadro: é o tipo do quadro de pacotes que
irão trafegar na rede. Recomenda-se utilizar os valores padrão.
Aceitar
Fechar
Opções de rede
Rede interna: coloque o numero da rede interna. (p.e.:
192.168.0)
Configuração automática: coloque sim, se não tiver
certeza do número de rede.
Aceitar
Fechar
Outras opções
neste tópico configuram-se as opções diversas do
servidor Mars.
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Em seguida inicie seu servidor mars:
[root@localhost]# ./mars_nwe start
|
e verifique se o mesmo está rodando com o comando:
[root@localhost]# ./mars_nwe status
|
Agora, verifique se o mesmo está sendo anunciado na rede com o comando:
[root@localhost]# slist
|